Novas formações e encontros marcam a semana no setorial C
O mês de agosto está quase no fim; contudo, muitas foram as atividades desenvolvidas no setor em vista dos encontros que serão realizados neste semestre.
Reuniões de estudos, preparação de equipes de trabalho, na paróquia Santo Amaro, além da formação para coordenação geral, palestrantes, para círculos de estudos e para equipe dirigente; encontros com a coordenação geral e os coordenadores de equipes. Atividades que deram o tom das últimas semanas na dinâmica região episcopal Santa Cruz.
A reunião de encontro com as coordenações gerais dos encontros e as respectivas equipes dirigentes se deu, em agosto, com as paróquias São Francisco Xavier, São Jorge e N. Sa do Perpétuo Socorro; enquanto as formações, que foram integradas com os setores "B" e "E", aconteceram; na paróquia N. Sa. do Perpétuo Socorro (Coordenação Geral) e de Palestrantes (São Jorge), sempre com boa presença de público.
Destaque para a formação da equipe dirigente da paróquia São Sebastião, que em outubro, "amadrinhada" pela paróquia Santa Cruz, implanta definitivamente o ECC, realizada pelo casal ligação setorial C, Leno e Rose, em ação conjunta com o casal arquidiocesano Edê e Ana, que marcaram presença também nas formações.
Agosto termina com agenda cheia, já definida para mês de setembro 2012, com formações, reuniões e os Encontros das paróquias São Francisco Xavier, Santo Amaro e N. Sa do Perpétuo Socorro. Que Deus nos abençoe e nos dê sabedoria. Salve o ECC! .
Leno e Rose - Casal Ligação Setorial C (Região Santa Cruz - Arquidiocese de Belém)
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Decidir-se pelo bem
Esta semana, conversava com um amigo acerca da
dificuldade para educar os filhos atualmente, com o tempo que temos com eles
versus a diversidade e quantidade de informações que recebem todos os
dias, por meio da tv ou pela web, nos portais e redes sociais que abarcam um
número expressivo de pessoas, de várias idades e das mais variadas culturas,
intenções e valores.
Lembrava que, no mundo virtual, há um grande leque de
possibilidades comunicacionais, motivando pessoas a buscarem mais e mais
informações, imagens e animações; enfim, um sem número de estímulos visuais que
povoam o imaginário de qualquer um e que interferem na forma de pensar e de se
comportar, gerando até mesmo possibilidade de fuga da realidade e mascaramento
de situações como o sofrimento, as frustrações ou a dor; elementos importantes
no processo de amadurecimento de qualquer pessoa humana, mas que são evitados
por muitos, a todo custo, gerando problemas de diversas ordens; quer nos
relacionamentos do indivíduo consigo, com Deus ou com o outro.
Refleti o quanto somos desafiados, como pais, diante das
ideologias, das mentiras e contra-valores que são ofertados, frequentemente,
aos nossos jovens. Por outro lado, destaquei o quanto a educação de valores, o
testemunho e a religião podem contribuir para que eles tenham condições mínimas
de assumir posturas coerentes e refletirem, de forma equilibrada, antes da
tomada de decisões perante a realidade, diante dos convites, até de conhecidos,
para agirem ou deixarem de fazer algo, em situações das mais variadas, que
podem colocá-los em risco.
Diante destas questões, externei que nosso compromisso com
os pequenos, além de testemunhar o valor do caminho do bem também é de
ajudá-los para que tomem decisões coerentes com aquilo que crêem e com os
valores que foram trabalhados em família.
Neste rumo, creio que tomar decisões, ao contrário do que
alguns pensam, não é fruto de intuição ou emoção, mas do uso adequado da
inteligência que possuímos todos, do treino contínuo da análise, que contabiliza:
a capacidade de compreender a realidade, de avaliá-la, mensurar possíveis
conseqüências e assim fazer a escolha mais acertada; tomando uma decisão por
vez; por exemplo, pois em muitos casos, um problema é o somatório de pequenas
questões. Ao decidir-se individualmente, aumentamos a capacidade de acerto, uma
vez que a resposta é mais rápida e visível.
Ser transparente, sincero consigo e com os outros; objetivo,
direto é também importante para manter a decisão. Muitos casos de envolvimento
com álcool e com drogas, por exemplo, nasceram da pouca objetividade e da
indecisão na hora de dizer “não”, além da necessidade do afastamento, de forma
clara, da pessoa ou situação que possa oferecer ou representar riscos.
Outra atitude importante é a coleta de informações prévias
para só depois decidir. Tranquilidade, equilíbrio e informação confiável dão
maior segurança e a certeza necessária para não voltar atrás. Para isso,
podemos cultivar com os pequenos: a beleza do conhecimento construído junto à
família, a partilha de informações, a valorização das inquietações e “porquês”
que muitos pais, inadvertidamente, reprimem; às vezes, até por vergonha de não
saber.
É preciso também “economizar palavras”, evitando as que são
desnecessárias e que podem dar margem a novos questionamentos e a semeadura de
dúvidas. Como nos ensina o evangelho de Mateus (5:37), dizer apenas “sim” ou
“não”, nada mais.
Por fim, creio ser necessário, de certa forma, “marcar”
nossas decisões, dar a elas um “selo”, um registro, o peso de uma decisão
expressa, manifesta, refletida, segura.
Tomar decisões, penso que é ter a capacidade de avaliar com
clareza a realidade, suas possibilidades e conseqüências e assim, escolher o
que melhor corresponde com nossa identidade como pessoa humana e como
católicos. Este é um legado importante para ajudar nossos filhos a enfrentarem
o desafio de viver em um mundo com muitas sombras, mas que ainda há luz para os
que a procuram. Ajudando-os a amadurecer também é expressão de cuidado e de
esperança em quem amamos.
Texto publicado no jornal Voz de Nazaré de 23.08.2012.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Atenção: Diga Não às Drogas!
Todo governo autoritário quer sua população dopada
Todo governo autoritário quer sua população dopada
Enquete no site do Senado diz que 88% dos brasileiros estão a favor da legalização das drogas
Por Thácio Siqueira
BRASILIA, segunda-feira, 20 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - Em entrevista a ZENIT, do dia 17 de agosto (pode-se ler clicando aqui), a Dra. Janaina Paschoal, advogada e professora livre docente de direito penal da USP, conversou sobre o Anteprojeto do Código Penal Brasileiro apresentado ao senado pela comissão de 15 juristas designada há meses para sua elaboração.
Numa das perguntas feitas, a Dra. Janaina explicou a complexidade do tema da aprovação do projeto que permite a produção e o porte de drogas para consumo próprio. Assim dizia: “As drogas são um tema mais complexo. Eu trabalhei muito na área de prevenção e acho que a legislação atual é melhor. Não vejo problema em retirar o usuário da esfera penal, mas temos que tomar cuidado para não ajudar a organizar o tráfico. Essa onda favorável à legalização das drogas é uma grande ilusão. Todo governo autoritário quer sua população dopada. Ademais, não há país no mundo, em que as drogas sejam totalmente legais.”
Dos dias 16 a 31 de Agosto está acontecendo uma enquete no Portal do Senado perguntando à população a sua opinião sobre o tema. Até o momento 14873 pessoas votaram: 88% a favor e 12% contra o projeto. Para votar à enquete, acesse o site:http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/codigo_penal.asp
Fonte: zenit.org
BRASILIA, segunda-feira, 20 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - Em entrevista a ZENIT, do dia 17 de agosto (pode-se ler clicando aqui), a Dra. Janaina Paschoal, advogada e professora livre docente de direito penal da USP, conversou sobre o Anteprojeto do Código Penal Brasileiro apresentado ao senado pela comissão de 15 juristas designada há meses para sua elaboração.
Numa das perguntas feitas, a Dra. Janaina explicou a complexidade do tema da aprovação do projeto que permite a produção e o porte de drogas para consumo próprio. Assim dizia: “As drogas são um tema mais complexo. Eu trabalhei muito na área de prevenção e acho que a legislação atual é melhor. Não vejo problema em retirar o usuário da esfera penal, mas temos que tomar cuidado para não ajudar a organizar o tráfico. Essa onda favorável à legalização das drogas é uma grande ilusão. Todo governo autoritário quer sua população dopada. Ademais, não há país no mundo, em que as drogas sejam totalmente legais.”
Dos dias 16 a 31 de Agosto está acontecendo uma enquete no Portal do Senado perguntando à população a sua opinião sobre o tema. Até o momento 14873 pessoas votaram: 88% a favor e 12% contra o projeto. Para votar à enquete, acesse o site:http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/codigo_penal.asp
Fonte: zenit.org
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
O segredo de Nazaré
Artigo de reflexão do Pe. Wladimir Porreca, assessor nacional da Pastoral Familiar da CNBB
BRASILIA, terça-feira, 14 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - A família não gera apenas a vida física, mas abre à promessa e à alegria. A família torna-se capaz de “receber” e “compartilhar” a história de cada um, as tradições familiares, a confiança na vida e a esperança no Senhor.
A família torna-se capaz de gerar, quando faz a partilha dos dons recebidos, quando conserva o ritmo da existência quotidiana entre trabalho e festa, entre afeto e caridade, entre compromisso e gratuidade.
Na família se conserva e transmite a vida, no casal e aos filhos, com o seu ritmo, com as suas dores e alegria, paz e sonho, ternura e responsabilidade. Ela é um lugar de descanso e de motivação, com chegadas e partidas. Por isso o trabalho não pode tornar a casa deserta e triste, mas a família é convidada a aprender a viver e a conjugar os tempos do trabalho com aqueles da festa.
Muitas vezes, os membros da família confrontam-se com situações desafiantes, que dificultam viver o ideal do cristão, entretanto os discípulos do Senhor são aqueles que, vivendo na realidade das situações, sabem dar sabor a todas as coisas, mesmo naquilo que não se consegue mudar: são o sal da terra.
De modo particular, o domingo deve ser tempo de confiança, de liberdade, de encontro, de descanso e de partilha. O domingo é o momento do encontro entre o homem e a mulher. É acima de tudo o Dia do Senhor, o tempo da oração, da Palavra de Deus, da Eucaristia e da abertura à comunidade e à caridade. E deste modo, também os dias da semana receberão luz do domingo e da festa: haverá menos dispersão e mais encontro, menos pressa e mais diálogo, menos coisas e mais presença.
*Dr. Pe. Wladimir Porreca é padre da Diocese de São João da Boa Vista/SP, psicoterapeuta e doutor em psicologia(USP) e serviço social (UNESP) e pesquisador da temática Família.
A família torna-se capaz de gerar, quando faz a partilha dos dons recebidos, quando conserva o ritmo da existência quotidiana entre trabalho e festa, entre afeto e caridade, entre compromisso e gratuidade.
Na família se conserva e transmite a vida, no casal e aos filhos, com o seu ritmo, com as suas dores e alegria, paz e sonho, ternura e responsabilidade. Ela é um lugar de descanso e de motivação, com chegadas e partidas. Por isso o trabalho não pode tornar a casa deserta e triste, mas a família é convidada a aprender a viver e a conjugar os tempos do trabalho com aqueles da festa.
Muitas vezes, os membros da família confrontam-se com situações desafiantes, que dificultam viver o ideal do cristão, entretanto os discípulos do Senhor são aqueles que, vivendo na realidade das situações, sabem dar sabor a todas as coisas, mesmo naquilo que não se consegue mudar: são o sal da terra.
De modo particular, o domingo deve ser tempo de confiança, de liberdade, de encontro, de descanso e de partilha. O domingo é o momento do encontro entre o homem e a mulher. É acima de tudo o Dia do Senhor, o tempo da oração, da Palavra de Deus, da Eucaristia e da abertura à comunidade e à caridade. E deste modo, também os dias da semana receberão luz do domingo e da festa: haverá menos dispersão e mais encontro, menos pressa e mais diálogo, menos coisas e mais presença.
*Dr. Pe. Wladimir Porreca é padre da Diocese de São João da Boa Vista/SP, psicoterapeuta e doutor em psicologia(USP) e serviço social (UNESP) e pesquisador da temática Família.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Nova formação para coordenação geral
No sábado (11), aconteceu, no centro paroquial da paróquia N. Sa do Perpétuo Socorro, bairro do telégrafo, em Belém, mais uma formação, a terceira de 2012, para a coordenação geral dos ECC's paroquiais, estes previstos para o segundo semestre de 2012.
Do evento formativo, participaram as paróquias: São José de Queluz, pelo setor B; São Jorge, N. Senhora do Perpétuo Socorro, São Sebastião e São Francisco Xavier, pelo Setor C e paróquia Santa Paula Frassinete, pelo setor E.
Da atividade, participou ainda o casal Edê e Ana, casal arquidiocesano, que pontuou diversas situações acerca das ações que serão trabalhadas nos encontros e colocou-se à disposição para eventuais necessidades dos casais.
A agenda do mês de agosto está com diversas atividades pelo setor C, inclusive com formações para palestrantes, no sábado (25) e encontros com as equipes dirigentes e coordenações de trabalho, preparações e formação para equipe dirigente, além da espiritualidade para a 2ª Etapa, juntamente com os demais setores da Arquidiocese de Belém, prevista para a sexta-feira (17).
No sábado (11), aconteceu, no centro paroquial da paróquia N. Sa do Perpétuo Socorro, bairro do telégrafo, em Belém, mais uma formação, a terceira de 2012, para a coordenação geral dos ECC's paroquiais, estes previstos para o segundo semestre de 2012.
Do evento formativo, participaram as paróquias: São José de Queluz, pelo setor B; São Jorge, N. Senhora do Perpétuo Socorro, São Sebastião e São Francisco Xavier, pelo Setor C e paróquia Santa Paula Frassinete, pelo setor E.
Da atividade, participou ainda o casal Edê e Ana, casal arquidiocesano, que pontuou diversas situações acerca das ações que serão trabalhadas nos encontros e colocou-se à disposição para eventuais necessidades dos casais.
A agenda do mês de agosto está com diversas atividades pelo setor C, inclusive com formações para palestrantes, no sábado (25) e encontros com as equipes dirigentes e coordenações de trabalho, preparações e formação para equipe dirigente, além da espiritualidade para a 2ª Etapa, juntamente com os demais setores da Arquidiocese de Belém, prevista para a sexta-feira (17).
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Por
uma experiência de amor
A
paternidade é dom implícito em todo homem; é chamado de Deus que, como Pai, nos
concede, dentre muitos atributos, dois que considero importantes meios para realizar
esta missão: a força física e a capacidade de proteção. Ser pai é a realização
do plano de Deus para o homem; quer o faça na realidade do matrimônio; na
procriação, acolhimento e cuidado com a prole, com a família; quer na realidade
como consagrado a Deus, por meio da missão sacerdotal, quando tem nos filhos de
Deus a ele confiados, a realização de sua ação paterna, como pai espiritual de
tantas pessoas que tem, em seu padre, a confiança de sua fé e até mesmo da escuta
e da orientação dos problemas cotidianos, quando buscam uma luz para os dilemas
que enfrentam, dentro do que Deus espera de cada um, na serenidade, na
temperança, na fortaleza, no discernimento, na coerência com o ser católico.
Muito mais que sabermos quem somos, precisamos lembrar, todo o tempo, a quem
pertencemos.
Minha
experiência como pai, realidade que vivo há 15 anos, quando do nascimento de
minha filha e que tento aprender todos
os dias, mesmo com meus erros; na verdade, creio que teve seus traços iniciais há
muito mais tempo, quando fui apenas filho, quando convivi com as questões das
mais diversas junto aos meus pais e irmãos; na busca de soluções para os
problemas diários, na obediência à autoridade familiar que às vezes, resisti,
mas em geral, decidi acatar e hoje entendo como isto foi importante para evitar
tantos problemas e os vícios que consegui não envolver-me. Como filho, aprendi que
Deus é Pai, é família; por isso, orienta a cada um de nós e oferta sempre o
caminho do bem. Educa-nos na liberdade do amor, todos os dias, na fidelidade de
sua presença, consolidando os laços que nos unem a Ele.
Hoje,
percebo o quanto foi importante esta experiência, principalmente em minha
primeira década de vida, quando os traços da personalidade que me norteiam
adquiriram suas linhas balisadoras. Aprendi, em família, o valor da autoridade paterna,
a importância do lar, o discernimento para o “sim” e o “não”, a importância da
renúncia em razão de quem se ama; a busca da harmonia na vida conjugal, da
orientação conjunta para os filhos, da repressão segura aos erros, da motivação,
do desafio, da força que abriga e da proteção que faz perseverar quando se tem
certeza do rumo certo.
Força
e capacidade de proteção. Dons que se expressam no cotidiano de todos nós, homens,
como faróis a nos iluminar e a guiar aos que nos foram entregues; no pastoreio
da missão paterna e que; ao contrário de ser fechamento, é abertura; para
expressar, em meio às nossas fragilidades e limitações, que a verdadeira fonte
da força e da segurança é Deus.
Força
que se exprime, em nossa contingência, na sensibilidade da escuta e na
disponibilidade de servir e de utilizar as ferramentas do raciocínio, da
inteligência e dos músculos para ser providente, para garantir a segurança e as
condições de pleno desenvolvimento ao rebanho familiar, comunitário.
Capacidade
de proteção que se revela no sacrifício, às vezes, até da própria vida, para
que jamais a esperança corra o risco de se perder, para que a fé jamais
esmoreça, para que a meta não corra o risco de ser embaçada, não pelo medo; mas
pela covardia de não buscar, muitas vezes pela luta constante, sempre e mais
uma vez, até conseguir a própria superação, no abandono da fé e na certeza do
bem.
Por
isso, quando vejo que o ser masculino, na cultura que hoje nos é ofertada, é reduzido
apenas à genitalidade, como um animal, sem inteligência ou vontade, penso que
precisamos, cada vez mais, dizer “sim” à paternidade e valorizar o homem, o pai.
Reitero: não somos gênero masculino, somos homens; como não há gênero feminino,
mas mulheres. Assim é o plano de Deus para a humanidade, assim Ele nos criou,
com igual dignidade, como homens e mulheres, como dons, um para o outro. Não
somos comportamento, não há opção ou diversidade sexual, mas identidade e
diferença, resposta ao chamado do Senhor. Temos ontologia, somos imagem de Deus,
expressão do amor em nossos corpos, em nosso ser.
Neste
“dia dos pais”, agradeçamos a Deus pelo Pai que Ele é, pela misericórdia com
que nos Ele acolhe. Agradeçamos pelo pai terreno que temos, que tivemos, que
recebemos como um presente terno do Senhor, pelos pais de tantos santos e
santas, que com seus testemunhos de vida, auxiliaram no “sim” de homens e
mulheres ao Senhor. Agradeçamos, mesmo por aqueles pais que não soubemos amar
enquanto estiveram conosco; pelos que, erradamente, viraram às costas a esta
realidade ou para os que, somente de forma tardia, resolveram reconciliar-se
com o chamado de Deus para suas vidas.
Peçamos
a Deus por aqueles que ainda não entenderam sua missão na paternidade, para que
voltem seu olhar para assumir sua vocação. Peçamos a Deus pelos pais que somos,
pelos pais de hoje, pelos pais que queremos ser, pelos jovens pais que ainda,
levados pela cultura do mundo, ainda não entenderam o sentido de sua missão
como homens. Peçamos perdão pelos que negaram, até com violência e covardia, os
filhos que Deus os deu como presentes de seu amor e por fim, peçamos a Deus
perdão por não sermos melhores pais, mais conscientes, mais esperançosos, mais
pacientes, mais amorosos. Peçamos a Deus pelo dom da vida de nossos pais
espirituais; pelos sacerdotes, que vivem o dom da paternidade em nossa
filiação, como pastores do redil do Senhor. Peçamos por fim, que saibamos,
todos os homens, assumir com coragem, aquilo que o plano de Deus, sonhou para
nós. Amém! Feliz Dia dos Pais!
Leno e Rose.
Artigo publicado no jornal Voz de Nazaré em 09 de agosto de 2012
7ª Reunião Setorial com prêmios e programações
Foi realizada na quarta-feira (8) a 7ª reunião de 2012 do Conselho Setorial C - Região Episcopal Santa Cruz, na Paróquia Santa Cruz, bairro do Marco em Belém.
Com a presença das Equipes Dirigentes que compõem a região, a reunião iniciou com as orações iniciais e após, a leitura do evangelho do dia, refletido pelo Padre Paulo Falcão, Diretor Espiritual do ECC paroquial. Em seguida, na ordem da pauta, foi composta a mesa e dada a palavra ao casal Edê e Ana, casal arquidiocesano que acolheu a todos e falou do trabalho que já está sendo realizado pelo Conselho Arquidiocesano e no acompanhamento das atividades do ECC na arquidiocese.
O padre Falcão acolheu o casal e desejou sucesso nas atividades do conselho, refletindo sobre as ações da 3ª etapa do ECC em Belém. Na sequência, o casal setorial C - Leno e Rose iniciaram a formação acerca das funções e características das equipes dirigentes de 1ª etapa do ECC, destacando diversas questões consideradas importantes no desenvolvimento dos trabalhos dos encontros nas paróquias.
Após a formação, foram entregues as medalhas de "casal presença" aos casais que tiveram participação 100% nas reuniões do conselho setorial, de janeiro a junho e o troféu "Equipe Presença" à equipe do ECC na paróquia São Francisco Xavier, a qual ficou com 90% de presença completa nas reuniões setoriais.
A reunião seguiu com o anúncio das formações previstas para o mês de agosto e início de setembro 2012. São elas: Formação para coordenadores gerais, em 11 de agosto; para palestrantes, em 25 de agosto e para coordenadores de círculos, em 1º de setembro. Foram também, confirmadas as datas de agenda do setor para o mês de agosto junto às paróquias presentes.
Após os avisos do setor e das notícias de 2ª e 3ª etapas, foi feita a entrega dos presentes aos aniversariantes do mês ( a encíclica Porta Fidei) e aos aniversariantes de casamento uma singela imagem de São José, seguida da homenagem aos pais por seu dia, celebrado no domingo (12) e encerrada a reunião com a oração final, realizada pelo casal Edê e Ana, seguido do lanche gentilmente ofertado pela equipe dirigente da paróquia Santa Cruz.
Foi realizada na quarta-feira (8) a 7ª reunião de 2012 do Conselho Setorial C - Região Episcopal Santa Cruz, na Paróquia Santa Cruz, bairro do Marco em Belém.
Com a presença das Equipes Dirigentes que compõem a região, a reunião iniciou com as orações iniciais e após, a leitura do evangelho do dia, refletido pelo Padre Paulo Falcão, Diretor Espiritual do ECC paroquial. Em seguida, na ordem da pauta, foi composta a mesa e dada a palavra ao casal Edê e Ana, casal arquidiocesano que acolheu a todos e falou do trabalho que já está sendo realizado pelo Conselho Arquidiocesano e no acompanhamento das atividades do ECC na arquidiocese.
O padre Falcão acolheu o casal e desejou sucesso nas atividades do conselho, refletindo sobre as ações da 3ª etapa do ECC em Belém. Na sequência, o casal setorial C - Leno e Rose iniciaram a formação acerca das funções e características das equipes dirigentes de 1ª etapa do ECC, destacando diversas questões consideradas importantes no desenvolvimento dos trabalhos dos encontros nas paróquias.
Após a formação, foram entregues as medalhas de "casal presença" aos casais que tiveram participação 100% nas reuniões do conselho setorial, de janeiro a junho e o troféu "Equipe Presença" à equipe do ECC na paróquia São Francisco Xavier, a qual ficou com 90% de presença completa nas reuniões setoriais.
A reunião seguiu com o anúncio das formações previstas para o mês de agosto e início de setembro 2012. São elas: Formação para coordenadores gerais, em 11 de agosto; para palestrantes, em 25 de agosto e para coordenadores de círculos, em 1º de setembro. Foram também, confirmadas as datas de agenda do setor para o mês de agosto junto às paróquias presentes.
Após os avisos do setor e das notícias de 2ª e 3ª etapas, foi feita a entrega dos presentes aos aniversariantes do mês ( a encíclica Porta Fidei) e aos aniversariantes de casamento uma singela imagem de São José, seguida da homenagem aos pais por seu dia, celebrado no domingo (12) e encerrada a reunião com a oração final, realizada pelo casal Edê e Ana, seguido do lanche gentilmente ofertado pela equipe dirigente da paróquia Santa Cruz.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Um novo tempo...é preciso recomeçar
Reiniciamos as atividades mais específicas do Conselho Setorial neste segundo semestre de 2012. Na segunda-feira (6), aconteceu a reunião do Conselho Arquidiocesano, no prédio da Cúria Metropolitana, a qual iniciou com a espiritualidade e, com a presença dos casais de ligação setorial e dos casais assessores do Casal Arquidiocesano, Edê e Ana, prosseguiu com o trabalho de planejamento das atividades de formação e de preparação dos encontros do segundo semestre na arquidiocese.
Na quarta-feira (8), acontecerá a 7ª reunião do Conselho Setorial C - Região Episcopal Santa Cruz, a partir das 20h, na paróquia Santa Cruz. Na pauta, definições gerais das ações do conselho, calendário das formações, em 11 de agosto (Coordenação geral) e 25 de agosto (Palestrantes) e o acompanhamento das preparações para os cinco encontros do semestre no setor C. É o reinício dos trabalhos em um semestre com muitas datas externas. Que Deus abençoe a todos!
No mais, a reflexão de hoje (7) do padre Jonas Abib, da Canção Nova:
O Senhor não nos quer mais olhando para os nossos pecados e para o passado. Ele nos chama para que sejamos adoradores a fim de experimentarmos a Divina Misericórdia. A adoração não é para os perfeitos nem para aqueles que já chegaram a um alto grau de santidade. A adoração é para nós, pecadores, que sentimos o peso do pecado em nós. São Paulo dizia que sentia o pecado como duas naturezas, duas forças se debatendo uma contra a outra em seu interior: "Por um lado eu conheço e quero o bem, mas enquanto eu sei o que é bom e quero o bem, acabo fazendo o pecado e o mal" (cf. Rm 7,19). Este grande apóstolo não era um recém-convertido quando escreveu a Carta aos Romanos. Ele já tinha sofrido muito por Cristo e se transformado bastante, e mesmo assim ainda sentia dentro dele essa luta que acontece com todos nós.
Diante de toda a grandiosidade que nos é apresentada por Deus agora, é preciso abrir o coração para viver um tempo novo. O Senhor nos prometeu: "Meus olhos estarão abertos e meus ouvidos atentos à oração feita neste lugar. Pois agora escolhi e santifiquei esta Casa dedicada ao meu nome para sempre. Meus olhos e meu coração estarão nela todo o tempo" (2Cr 7,15-16).
Reiniciamos as atividades mais específicas do Conselho Setorial neste segundo semestre de 2012. Na segunda-feira (6), aconteceu a reunião do Conselho Arquidiocesano, no prédio da Cúria Metropolitana, a qual iniciou com a espiritualidade e, com a presença dos casais de ligação setorial e dos casais assessores do Casal Arquidiocesano, Edê e Ana, prosseguiu com o trabalho de planejamento das atividades de formação e de preparação dos encontros do segundo semestre na arquidiocese.
Na quarta-feira (8), acontecerá a 7ª reunião do Conselho Setorial C - Região Episcopal Santa Cruz, a partir das 20h, na paróquia Santa Cruz. Na pauta, definições gerais das ações do conselho, calendário das formações, em 11 de agosto (Coordenação geral) e 25 de agosto (Palestrantes) e o acompanhamento das preparações para os cinco encontros do semestre no setor C. É o reinício dos trabalhos em um semestre com muitas datas externas. Que Deus abençoe a todos!
No mais, a reflexão de hoje (7) do padre Jonas Abib, da Canção Nova:
Abra seu coração para viver um tempo
novo. Agora é o tempo da graça, o tempo
oportuno. Tudo o que ficou para trás precisa ser deixado no coração de Deus.
Não fique se lamentando, não fique mais com os olhos voltados somente para os
problemas. Olhe para o Senhor. Os olhos d'Ele estão voltados para você e para a
sua casa.
O Senhor não nos quer mais olhando para os nossos pecados e para o passado. Ele nos chama para que sejamos adoradores a fim de experimentarmos a Divina Misericórdia. A adoração não é para os perfeitos nem para aqueles que já chegaram a um alto grau de santidade. A adoração é para nós, pecadores, que sentimos o peso do pecado em nós. São Paulo dizia que sentia o pecado como duas naturezas, duas forças se debatendo uma contra a outra em seu interior: "Por um lado eu conheço e quero o bem, mas enquanto eu sei o que é bom e quero o bem, acabo fazendo o pecado e o mal" (cf. Rm 7,19). Este grande apóstolo não era um recém-convertido quando escreveu a Carta aos Romanos. Ele já tinha sofrido muito por Cristo e se transformado bastante, e mesmo assim ainda sentia dentro dele essa luta que acontece com todos nós.
Diante de toda a grandiosidade que nos é apresentada por Deus agora, é preciso abrir o coração para viver um tempo novo. O Senhor nos prometeu: "Meus olhos estarão abertos e meus ouvidos atentos à oração feita neste lugar. Pois agora escolhi e santifiquei esta Casa dedicada ao meu nome para sempre. Meus olhos e meu coração estarão nela todo o tempo" (2Cr 7,15-16).
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