terça-feira, 25 de setembro de 2012


Nossa missão de amor


É imprescindível evangelizar. Como nos exorta São Paulo: “Ai de mim se não evangelizar”...em todos os momentos, em todos os espaços, junto às pessoas que convivemos e usando todos os meios disponíveis. Tem internet à disposição? Propague o amor de Deus via web. 

Vai ministrar uma aula, palestra, formação, treinamento? É mais uma oportunidade para anunciar o amor de Deus pela criatura humana. Vai escrever um texto, vai falar na rádio, na TV, está recebendo amigos em casa? Eis que uma nova chance se abre para expressar sua alegria por ser católico; não como algo superficial ou mecânico; mas, como as mães, que “vira e mexe”, falam de seus filhos com a simplicidade do amor que brota de dentro de si, ressaltando suas virtudes e sendo compreensivas com seus desacertos. 

Somos todos chamados a ser anunciadores da Palavra, arautos da Boa Nova que é Jesus. Neste mês dedicado ao estudo da Bíblia, quero salientar um compromisso que assumi; de todos os dias; plantar com serenidade; mas, com convicção, um trecho que seja, algumas palavras, um pequeno texto, uma simples reflexão, não sei ao certo, algo significativo das Sagradas Escrituras junto aos que convivo diariamente; quer em casa ou no trabalho, na igreja ou na comunidade, nos ambientes mais diversos em que atuo, nos papéis diferenciados como marido, pai, professor, aluno, comunicador, colega de trabalho. 

Quero salientar esta condição e convidar os de casa e mesmo os conhecidos para isto também. Em tempos de exposição de tantos rostos sorrindo, alguns até de alegria duvidosa, de políticos em busca de votos; penso que, como católicos, precisamos abrir o melhor e maior espaço para aquele cuja eleição já está ganha em primeiríssimo turno em nossos corações: Jesus é o nosso eleito perene e sem chance para qualquer outro. 

Ao invés de tantos de nós, expressarmos, até com certa intolerância aos que pensam diferente, a opção por este ou aquele candidato ou partido, penso que o nosso “partido” é, ao contrário, a nossa “unidade”: nossa Igreja, mãe e mestra e isto precisamos anunciar. Sei que, como eu, tem muita gente com algumas décadas de vida no currículo, e muito tempo perdido em coisas de pouco ou nenhum valor, quando o que tem verdadeira importância, temos dedicado pouco tempo; a família, a vida na comunidade, o estudo freqüente da Palavra de Deus e do Magistério da Igreja; nem sei, se no meu caso, ainda há muito tempo; o que sei, no entanto, é que tenho de fazer isto já e assim, convido você, caro leitor/leitora deste espaço a fazer o mesmo. 

Entrou no facebook? Antes de contar suas novidades no perfil ou buscar as dos amigos, plante a Palavra de Deus, tenha orgulho de ser católico, viva a sua fé. Se vão lhe criticar? Certamente. Alguns até o repreenderão, outros serão irônicos ou até indiferentes; mas se um só destes que compartilharem de seu pensamento ou “linha do tempo” for tocado por aquela frase, palavra, reflexão, já lhe valeu o dia, valeu a pena. Você aliou a gratidão de seu núcleo mais íntimo, aquele que a Bíblia chama de “coração”, ao anúncio, na caridade da partilha de sua fé. 

Sei que o caminho é longo, o estudo há de ser permanente; a oração, companheira freqüente; a fé, a luz que ilumina as trevas do medo e do comodismo; mas, olhe para o lado, há pessoas que te acompanham; há outras que estão esperando por sua iniciativa; outras ainda, quem sabe, saberão mais de Jesus por meio de seu testemunho, ou se sentirão tocadas pela força que vem do alto. 

De tudo isto, penso que só há uma única certeza, Deus jamais nos abandonará nesta jornada! Ser católico é motivo de alegria, de sentir-se amado por Jesus e por Maria; é ser instrumento da ação de Deus por meio do Espírito Santo. Acessou o twitter? Escreva uma frase de gratidão, agradeça pelo dia, pela vida das pessoas que você ama, transmita esperança, este é o mistério e a graça da comunicação humana: transmitir a certeza do bem. Não sabe o que escrever? Agradeça por poder acordar e ter mais 24 horas para fazer alguém feliz. 

Neste mês da Bíblia, aproveite para compreender o sentido deste conjunto de livros inspirados por Deus, que nos revelam Seu amor pelo homem, a aliança definitiva pelo sangue do Cordeiro. Sinto que é um novo tempo, é primavera em nossos corações, como em diversos lugares do planeta, onde as flores desabrocham para colorir a terra. Esta também é nossa missão, pintar com as cores da Boa Nova este mundo ainda tão carente de esperança, de fé e caridade. Pensemos nisto.      

Leno Carmo para o jorna Voz de Nazaré    
Mês de setembro com diversas atividades

Setembro iniciou com  muitas atividades em nosso setor. Primeiro com a formação para Coordenadores de Círculos; depois a reunião setorial, feita na Paróquia de São Jorge; onde, como já citamos, apresentamos nosso Diretor Espiritual do Setor C - Padre Gilvan, da paróquia São Jorge e então, as atividades ligadas diretamente aos Encontros previstos para este mês.

Nos dias 5 e 11, aconteceram, respectivamente, a preparação para as equipes de trabalho das paróquias de N. Sa do Perpétuo Socorro e de São Francisco Xavier, ambas com boa participação dos casais que estão ansiosos para os encontros que acontecerão no último final de semana de setembro.

De 14 a 16, aconteceu o Encontro da Paróquia Santo Amaro e N. Sa dos Navegantes, da capelania militar da Marinha, realizado nas dependências do Centro de Instrução Bras de Aguiar -  Ciaba em evento que congregou 15 novos casais para nossa arquidiocese e que marcou o primeiro ECC do Padre Jadilson, como diretor espiritual paroquial.

Dia 17, o casal arquidiocesano Edê e Ana, realizou a preparação das equipes que atuarão no 1º ECC da Paróquia de São Sebastião, amadrinhado pela Paróquia de Santa Cruz, previsto para outubro deste ano. Já no dia 20, nos reunimos no Conselho Arquidiocesano quando reencontramos o padre Maíta, que retomou os trabalhos como Diretor Espiritual do Conselho e nos alegrou com sua volta às atividades. 

Na última semana do mês, ainda há muitos compromissos: dia 26, será a vez das equipes de São Jorge terem sua preparação para o ECC que está previsto para novembro deste ano, encerrando os encontros de nossa região episcopal em 2012, além das atividades de reunião de estrutura e espiritualidade, além das missas de entrega.

Por conta dos preparativos dos encontros e das atividades pós-encontro dos ECC's deste mês, setembro ainda guarda muitas surpresas para este último final de semana, com os trabalhos das paróquias que fecham o mês com suas atividades de Encontros de Casais com Cristo.     

  

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

DIGA SIM À VIDA!

Nosso povo brasileiro é defensor da vida. De acordo com pesquisas de opinião pública, o índice de desaprovação ao aborto vem subindo ano a ano e há indícios de que, inclusive, sua prática venha diminuindo.

Entretanto, como todos nós podemos constatar, existe uma pressão, para que o aborto seja legalizado no Brasil. Gostaria de destacar quais as vias e estratégias que, até o momento, vêm sendo usadas para se conseguir este objetivo.

Desde 1991, existem projetos de leis que visam legalizar o aborto via Poder Legislativo. O problema para os ativistas pró-aborto, no entanto, é que, em uma democracia, o povo é quem elege seus representantes. Como a desaprovação ao aborto é alta, os deputados e senadores são desfavoráveis a tais projetos. Já se vão mais de 20 anos e, pela via legislativa, a agenda abortista não conseguiu avançar.

Recordamos que, em abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal julgou constitucional o aborto de crianças portadoras de meroanencefalia. Esse, infelizmente, foi o marco no Brasil para o aborto eugênico. Uma vez que, no Poder Judiciário, não existe a participação direta do povo, todos pudemos acompanhar, atônitos, os mais inacreditáveis pareceres dos Ministros do STF favoráveis ao aborto.

Entretanto, em junho deste ano, surge uma terceira estratégia bastante refinada. Trata-se da promoção da prática do aborto através do Poder Executivo.

O Secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, concedendo entrevistas a diversos jornais de circulação nacional, afirmou que o Ministério prepara-se para lançar uma Norma Técnica para o Aborto “Seguro”, visando a implantação de uma política de “redução de danos”. Basicamente, segundo o secretário, esta Norma Técnica terá três vertentes:

1-    a criação de centros de aconselhamento à gestante, por meio de 0800. A mulher que estiver com uma gravidez “indesejada” irá ligar para esses centros e receberá orientação sobre como proceder para realizar o aborto em si mesmo;

2-    a venda de medicamentos abortivos em todas as farmácias da rede de farmácias conveniadas ao SUS. Com isso, uma rede altamente capilarizada fará chegar aos locais mais distantes essas drogas abortivas;

3-    A produção e difusão de uma cartilha informativa explicando como se usa o medicamento e como se deve proceder após o aborto ter sido iniciado.
Ao ser questionada se esta medida do Ministério não seria criminosa, a Ministra Eleonora Menicucci respondeu que “não seria crime explicar a uma mulher como fazer o aborto em si mesma; crime seria fazer o aborto nela”.
Diante destes fatos urgentes e gravíssimos, pedimos a todos os homens e mulheres de nossa Diocese que se façam ouvir. Em uma democracia, o poder é exercido pelo povo e em nome do povo. Manifestem-se junto ao Ministério da Saúde dizendo que esta medida fere a consciência e os reais anseios da população brasileira.

Dirijam-se também à Presidência da República através de telefones e endereços eletrônicos disponíveis no site do Governo Federal. Digam que a Presidente precisa honrar sua promessa eleitoral de não avançar na promoção do aborto durante seu governo. Por último, gostaria de relembrar as atualíssimas palavras do saudoso Beato João Paulo II, conhecido por seu admirável zelo pela promoção e defesa da dignidade da vida humana:

“Este horizonte de luzes e sombras deve tornar-nos, a todos, plenamente conscientes de que nos encontramos perante um combate gigantesco e dramático entre o mal e o bem, a morte e a vida, a “cultura da morte” e a “cultura da vida”. Encontramo-nos não só “diante”, mas necessariamente “no meio” de tal conflito: todos estamos implicados e tomamos parte nele, com a responsabilidade iniludível de decidir incondicionalmente a favor da vida.” 
(Evangelium vitae, 28)

Dom Benedito Beni dos Santos
Bispo de Lorena 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Games de Família


Reflexões de Dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro

As crianças e os jovens da era tecnológica dominam com seus ágeis dedos os botões dos aparelhos eletrônicos e viajam pelos “games” dos visores dos computadores, dos Ipad e dos Iphones.

É tão atraente e envolvente a cultura dos “games” que os adultos – que antigamente exigiam das crianças e dos jovens que deixassem o futebol, as pipas, as bicicletas e os carrinhos de rolemã para estudarem – hoje são seus imitadores.

Em aeroportos, em longas viagens aéreas, na sala de espera dos consultórios ou na privacidade do quarto pessoal, e muitos outros lugares – menos no ambiente de trabalho profissional – o que se vê são adultos que não conseguem deixar de ser dessa “geração games”.
Talvez ser da “geração games” sendo da antiga geração do telefone fixo, da máquina de escrever, das cartas manuscritas, das brincadeiras que mexiam com todo o corpo e não só com a agilidade dos dedos polegares seja muito relaxante, ajude a aliviar o “stress” do atual mundo tecnológico.

O que talvez não seja relaxante nem aliviante é ser da geração “games de família”. O que é a geração “games de família”? Consideremos a atual cultura pós-moderna caracterizada “pela auto referência do indivíduo, que conduz à indiferença pelo outro, de quem não necessita e por quem não se sente responsável” (cf. Documento de Aparecida, V.2007, n. 46), a fim de entender exatamente essa “nova geração”.

Esta cultura individualista tem produzido uma geração de pensadores que se autodenominam intelectuais da desconstrução de padrões antiquados ou uma geração de feministas emancipadas que julgam ser a melhor geração de mulheres de toda a história da humanidade: nunca se ouviu dizer, afirmam essas feministas, que tenha existido mulheres tão livres da família, da maternidade, da religião “machista”, como as atuais mulheres.

Esta geração com enormes e gigantes “dedões polegares” é manipuladora da inteligência e da consciência humana, acabando com a real família, fundada por Deus sobre a união do amor autêntico existente na relação de um homem com uma mulher, aberto à descendência natural, cultivado dentro de um lar acolhedor e com um projeto comum a longo prazo para as vidas dos pais e dos filhos.

Esses “dedões polegares” monstruosos fabricam “games de famílias” e brincam com eles, mexendo nos botões dos conceitos de amor, identificando-o exclusivamente com afetos: então surgem as uniões homoafetivas, as heteroafetivas com lares separados, e a última novidade em “games”, as uniões poliafetivas de um homem com 2 mulheres ou mais. Esses “dedões polegares” brincam com os botões da educação dos filhos, e querem demonstrar que qualquer um pode ser excelente pai ou mãe, ou competentes pais ou mães, inigualáveis “monopais” ou “monomães”, sem ter outro requisito pedagógico que seguir um critério contrário ao modelo de educação já existente nas reais famílias, às quais eles gostam de chamar de famílias tradicionais ou conservadoras.

Quando esses “intelectuais e essas feministas” enveredam pela via da sexualidade humana os “games-famílias” mostram nas suas telas todos os tipos de relacionamentos classificados por letras do alfabeto e considerados chaves mágicas que abriram – felizmente, disse as pessoas acima mencionadas – as portas dos armários escuros, autênticos esconderijos de rapazes e moças que não tinham, até que chegaram os “dedões polegares”, a aceitação das suas opções dentro das esferas do mundo da religião, da política, da cultura e da mídia.  

O mundo, que Deus criou foi considerado bom e depois muito bom coma criação do homem e da mulher, resiste à imposição dos “games famílias”. Essa resistência não tem nada a ver com as pessoas que estão vivendo dentro dessas novas formas de considerar o que é família. O amor ao próximo exige o respeito profundo por todas as pessoas, independentemente serem pessoas que acertaram ou erraram em suas escolhas vitais. Esse mesmo amor ao próximo exige, porém, o amor à verdade que deve ser anunciada ao próximo e o amor à beleza da vida familiar tal como está no projeto divino para o futuro do mundo.

Retornando à palavras do papa Bento XVI no Discurso inaugural da Conferência Geral do Episcopado do continente americano em Aparecida no ano 2007: “quem exclui Deus de seu horizonte falsifica o conceito de realidade e, em consequência, só pode terminar em caminhos equivocados e com receitas destrutivas”, convém ver as consequências dessas brincadeiras com a família.

Sendo a família segundo um projeto de Deus, ela é o maior “patrimônio da humanidade”, e quem exclui esse projeto através do “play station” com seus vários “games-família” acaba empobrecendo, cultural e eticamente, a humanidade.

Necessita-se, portanto, de uma nova geração de intelectuais e de mulheres que crie um feminismo “de ponta”, de autênticos valores para as mulheres e para os homens, que saiba, sem o uso de “dedões e de dedinhos ágeis”, elaborar uma cultura própria do enorme valor desse patrimônio da humanidade.

Necessita-se também de jovens que sejam rebeldes e reclamem contra esses “dedões polegares” dos pseudo-intelectuais e das pseudo-feministas, e que sejam, principalmente, voluntários de Deus para serem construídas famílias-famílias, onde as mães queiram ser mães e também profissionais, procurem ser excelentes educadoras, psicólogas, comunicadoras na educação dos seus filhos e, sem terem o salário que mereceriam por dedicarem-se à família, sejam empresárias do lar, gerenciando suas famílias com competência, com visão de futuro e com consciência de que nem o Estado nem os “pseudo-pensadores” sejam os gerenciadores das suas casas, quando na verdade terminam sendo perturbadores da tranquilidade e da privacidade do ambiente de amor verdadeiro, única lei gerencial da família.

Necessita-se de rapazes que queiram ser pais, que exerçam sua altíssima responsabilidade de ser, com as mães, os grandes “heathunders” – os “caçadores de inteligência” – que irão trabalhar por políticas familiares autênticas que correspondam, aos direitos da família como sujeito social insubstituível.

Necessita-se finalmente de uma geração nova de filhos, que mesmo tendo dedos ágeis para mexerem nos instrumentos da era tecnológica, tenham dedos mais ágeis ainda para mexerem com os seus pais, apontando-lhes os seus direitos irrevogáveis e intransferíveis no campo da educação, da proteção moral e do cuidado com seus descendentes, especialmente os que nascem doentes ou deficientes, pois estes são os filhos que os irmãos querem e que têm o direito de nascerem numa família-amor e seus irmãos têm o dever de amá-los com mais ardor e fervor do que se fossem sadios.

A família, segundo Deus, faz parte do bem dos povos e da humanidade inteira, e é um tesouro tão importante para a nação brasileira, que a Igreja Católica não pode omitir-se na sua promoção e defesa, sobretudo na sua missão de vigiar quando surgem “modelos ampliados” e apresentados como objeto de consumo nesses enganosos “games famílias”.

Ser família, pensar família, amar família, proteger família, promover família... é a missão de todos, católicos e cristãos, homens e mulheres de boa vontade em todas as crenças... é dever do Estado e do povo brasileiro!

Dom Antonio Augusto Dias Duarte
Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro
(Fonte: zenit.org) 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Setembro inicia com reuniões e preparações no Setorial C


Na terça-feira (4) aconteceu, na paróquia de São Jorge, bairro da Marambaia, a oitava reunião do Conselho Setorial C - Região Episcopal Santa Cruz, com a apresentação do Diretor Espiritual do Conselho, Padre Gilvan Gomes Costa, da Paróquia São Jorge, que acolheu a todos e demonstrou sua alegria em compor o setorial, além de disposto a acompanhar as atividades e orientar as ações que serão desenvolvidas pelo ECC na região Santa Cruz.  


Padre Gilvan é natural do Ceará e sacerdote há mais de uma década, sendo oriundo da Bahia, de onde foi transferido para Belém e agora assume a função de Diretor Espiritual com larga experiência no trabalho com casais. Além do sacerdote, a reunião também contou com a presença do casal arquidiocesano, Edê e Ana, que prestigiaram o encontro e vieram também para saudar o novo Diretor Espiritual.


Na reunião, foram destacadas as atividades de preparação para os encontros que acontecerão no mês de setembro no setor; de 14 a 16, na Paróquia Santo Amaro, tendo como local de atividades o Ciaba, no bairro da Pratinha e de 28 a 30 nas paróquias de N. Sa. do Perpétuo Socorro e São Francisco Xavier.


Além das questões específicas relativas aos encontros, foi realizada a formação doutrinária com o tema "a influência dos meios de comunicação na vida da família" e informados os avisos de voluntariedade dos casais para a coleta do Círio 2012; bem como a solicitação para que as paróquias possam apresentar, na reunião de outubro, que será realizada na paróquia Santo Amaro, N. Sa. dos Navegantes, os nomes dos integrantes das novas equipes dirigentes do ECC para 2013, a fim de que seja realizada a tempo a formação para as atividades que iniciam em janeiro próximo.


Na quarta-feira (5) foi realizada, conforme agenda do setor, a preparação para as equipes que atuarão no ECC de N. Sa. do Perpétuo Socorro, no final de setembro. Todas as equipes estiveram presentes na formação que contou com o apoio da equipe dirigente paroquial. Na terça-feira (11), será a vez da preparação na paróquia São Francisco Xavier, onde espera-se que estejam presentes todos os que irão atuar no ECC paroquial.