quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


É tempo de lutarmos por nossa família
Por Vagne Bittencourt

Tudo tem um começo na vida, não é mesmo? Nós também fazemos parte desta regra. Um dia eu e você fomos sonhados e, num ato de amor e carinho, fomos concretizados. Que benção! Eu estou falando do amor que flui quando Deus permite a união de um homem e uma mulher, a fim de que não sejam senão uma só carne.

É deste gesto de amor e deste constante movimento de ir e vir em direção ao outro que nasce a família,  lugar sagrado, alicerce essencial para que homens e mulheres sejam formados e lapidados à imagem e semelhança de Deus.

Jesus poderia ter vindo, neste mundo, de tantas maneiras, mas escolheu vir no seio da família. Experimentou todas as etapas e as viveu com profundidade, aproveitando cada simples gestos de seus pais que, aos poucos, iam formando-O e preparando-O para a missão que recebeu do Pai.

Assim é a missão da família: preparar uns aos outros para o céu.
Na família é gerado o combatente dos dias atuais para lutar pela vida, pelo amor e pela santidade!

Família é rocha firme que nos abriga em meio às tempestades da vida e nos encoraja diante dos mais terríveis obstáculos aos quais precisamos ultrapassar. Se não vivermos a experiência de ser família, estaremos como que alicerçados sobre a areia.

Pare agora e reflita por um instante. Como anda o relacionamento, hoje, em sua casa, com o seu marido, com a sua esposa, com os seus filhos, com os seus pais? Há amor? Há carinho? Há perdão? Ou só está havendo desentendimento e desunião?

É tempo de nos levantarmos e lutarmos pelo tesouro que Deus nos confiou: a nossa família!

Não perca tempo remoendo o passado nem tenha medo do que acontecerá no futuro. Deus está se predispondo a ir contigo, a ganhar território e fincar a bandeira do amor, da paz e da alegria em ser família! Aleluia!

Deus os abençoe!


O Legado de Bento XVI - Dedicação à Igreja
Por Felipe Aquino (portal Canção Nova)

O Papa Bento XVI deixa um legado extraordinário à Igreja e ao mundo; uma vida inteira dedicada a ela com todo ardor, humildade e zelo apostólico. Desde padre jovem, participou do Concílio Vaticano II (1963-1965) como assessor teológico de seu bispo. Depois, viveu intensamente sua vida na Alemanha como bispo e cardeal. Foi eleito como um dos únicos sacerdotes da Academia de Ciências do Vaticano.

Durante 25 anos, foi Prefeito da “Sagrada Congregação da Doutrina da Fé” do Vaticano, braço direito do Papa João Paulo II, seu grande amigo. Nessa função, teve de enfrentar as heresias modernas de uma teologia da libertação marxista, empolgada com uma falsa “igreja popular” que nasce do povo e não de Deus e de Seu Filho Jesus. Com firmeza, o então cardeal Ratzinger teve de enfrentar as injustas e maldosas críticas dos falsos profetas apoiados pela mídia secular. Foi obrigado a punir teólogos desviados da “sã doutrina” como Leonardo Boff e Jon Sobrino, estrelas da TL.

Ele foi um profeta que sempre falou de Deus com a fidelidade e a coragem dos grandes personagens bíblicos. Não teve medo de enfrentar e continuar os erros da teologia da libertação marxista, pedindo aos bispos do Brasil, em 05/10/2010, que a eliminassem de suas dioceses tendo em vista o seu grande perigo para a Igreja e para a fé do povo. Disse: “As suas sequelas, mais ou menos visíveis, feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas.”
Conclave que o elegeu Papa foi rapidíssimo; os cardeais eleitores entenderam com clareza que não havia outro gigante à altura de substituir João Paulo II no comando da Barca de Pedro.

Logo que assumiu o pontificado, iniciou sua luta contra o que chamou de “ditadura do relativismo”, a qual nega toda verdade e ensina que cada um faz a sua, algo que destrói a família e a sociedade. O Papa é o paladino e arauto da verdade que salva (cf. Catecismo §851). Ele mostrou que o relativismo “mortifica a razão, porque ensina que o ser humano não pode conhecer nada com certeza além do campo científico positivo”.

Bento XVI, de maneira afável, humilde e reservada, com palavras moderadas e profundas, fez um trabalho apostólico fundamental superando as declarações desviadas dos que “querem uma Igreja desestruturada e que pregam uma teologia libertária, bem longe da verdadeira libertação preconizada na Bíblia”, como disse o
Cônego José Vidigal.

Aos bispos que ordenou, no último dia dos reis magos, ele deixou claro que a Igreja não vai mudar só para agradar. “A aprovação da sabedoria predominante não é o critério a que nos submetemos. Por isso, a coragem de contrariar a mentalidade prevalecente é particularmente urgente para um bispo. Ele deve ser corajoso.”
Bento XVI “é um dos maiores intelectuais do mundo contemporâneo e tornou-se um dos mais notáveis Pontífices da História da Igreja”, disse o Dr. Ives Gandra Martins.

O Papa deixa-nos três encíclicas fundamentais: Deus caritas estSpes salvi e Caritas in veritate, que precisam ser estudadas detalhadamente, porque apontam soluções claras para os problemas do mundo moderno. Elas nos mostram o perfeito conhecimento de todos os problemas da realidade mundial a partir do homem, procurando salvar os verdadeiros valores da humanidade.
Bento XVI abriu um diálogo profundo com os intelectuais, especialmente os ateus, com o Programa “Pátio dos Gentios”, levando o debate a eles nas maiores universidades do mundo, buscando quebrar a mentira de que entre a ciência e a fé haja uma dicotomia.

O Papa deixa-nos uma quantidade imensa de excelentes livros, especialmente a série “Jesus de Nazaré”, escrita durante o pontificado, mostrando a realidade histórica de Jesus e a coincidência do Cristo da fé com o da História. Dr. Ives Gandra disse que “talvez tenha sido, em 2 mil anos de história da Igreja, o pontífice mais culto e o que mais escreveu”.

Bento XVI foi um Papa corajoso; não teve medo de enfrentar as acusações injustas que recebeu de ter sido omisso diante dos casos de pedofilia, e agiu com energia para corrigir o problema. Não se curvou diante de tantas blasfêmias contra ele, como a recente e deplorável peça de teatro na PUC de São Paulo (Decapitando o Papa). Por outro lado, não se curvou diante de um feminismo barulhento, também interno à Igreja, e de um modernismo vazio que quis lhe impor a quebra do celibato sacerdotal, a aceitação da ordenação de mulheres e outros erros.

Tal como um novo São Bento de Núrcia, Bento XVI deu início ao reerguimento do Ocidente. O primeiro enfrentou os bárbaros com seus monges cultos e santos espalhados em toda a Europa; o novo Bento enfrentou os “novos bárbaros” que não saqueiam casas e cidades, mas matam as almas e os valores e civilização cristã que tanta luta e sangue custaram dos filhos da Igreja.

Bento XVI soube interpretar e defender o Concílio Vaticano II dos ataques injustos que recebeu tanto dos ultraconservadores que quiseram ver nele as causas dos problemas da Igreja e do mundo, bem como dos avançadinhos ultramodernos que querem ver no Concílio um absurdo “rompimento da Igreja com seu passado”. O Papa soube dar continuidade à “Primavera da Igreja”, a qual o Concílio nos trouxe, como disse João Paulo II. E agora nos deixa o “Ano da Fé” e a proposta de uma nova evangelização.

Mesmo a renúncia de Bento XVI é um legado importante para a posteridade, porque é um gesto de profunda humildade e desapego, corajoso, coerente e fervoroso. Um ato de desprendimento das coisas terrenas, num tempo em que todos se apegam ao poder para se promover, para fazer valer a sua vontade etc. Penso que essa decisão histórica do Papa fará com que outros tenham a mesma coragem de repetir o seu gesto quando isso for necessário.
Professor Felipe Aquino 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Inicia nossa caminhada para a Páscoa do Senhor

Quarta-feira de cinzas, dia de iniciarmos nossa caminhada rumo à Páscoa do Senhor. É preciso viver este tempo de quaresma com a consciência da missão que cada um de nós abraçou e a vocação a que fomos chamados, principalmente aqueles que foram chamados ao matrimônio e a constituição de uma família, chamados a ser sal e luz neste mundo, por meio do testemunho conjugal e familiar.

Com penitência, caridade, jejum e oração, precisamos lembrar que a nossa vida tem de valer a pena para os que nos amam, para a Igreja, para a humanidade. Precisamos valorizar os relacionamentos e com humildade, compreender nossas limitações e o entusiasmo que nos motiva ao trabalho pastoral e de anúncio do Evangelho de Jesus. É vida que se renova por meio da oração, da caridade e da percepção que estamos neste mundo para servir e para amar.           

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

E começou fevereiro...


Fevereiro começou com diversas atividades em nosso setor C (Região Episcopal Santa Cruz). 

Depois do mês de janeiro com formações para as equipes dirigentes de 1a. Etapa, de encontros com atividades de orientação junto às equipes dirigentes das Paróquias de Jesus Ressuscitado, dia 24 e Santo Amaro / N. Sa dos Navegantes no dia 29, além de planejamentos diversos pelo Conselho Arquidiocesano do ECC Belém, como é o caso da formação para as equipes dirigentes de 2a Etapa, prevista para o dia 24;  iniciamos o segundo mês deste ano com um necessário momento de retiro espiritual junto aos demais casais setoriais do Conselho Arquidiocesano, dia 3, seguido do encontro com a equipe dirigente da Paróquia N. Sa do Perpétuo Socorro no dia 5 e a nossa reunião setorial na Paróquia N. Sa do Perpétuo Socorro, na quarta-feira, 6, em evento que contou com os casais representantes do ECC na região episcopal Santa Cruz.

Para este mês, temos a agenda de encontros com as equipes dirigentes das Paróquia Imaculada Conceição e Santa Cruz, além do Encontro com a turma da 2a Etapa do ECC em nosso setor e da formação já citada.

Da nossa reunião, destacamos as previsões de ECC 1a Etapa em nosso setor, tanto no primeiro quanto no segundo semestre 2013 e a escolha, por parte das equipes dirigentes,  dos temas para as formações que ocorrerão nas reuniões setoriais, tanto de cunho do Documento Nacional quanto das formações doutrinárias.

Graças a Deus, muitas atividades e muita alegria em mais um início de trabalhos.